Mito Criacionista: A Criação de Adão/Eva - Michelangelo
Queda e Expulsão de Adão e Eva - Michelangelo
O Homem é um ser: Bio - Psico - Social
O que é biologicamente constituído, psicologicamente e interacção com os outros.
Teorias sobre a sexualidade:
Ü Biológicas – Evolucionismo
Ü Psicológicas – Dinâmicas
Ü Sociais – Scripts Sexuais
Teoria evolucionista:
Edward Wilson: Entomologista, trabalhou com insectos, especialmente formigas, e estudou a comunicação através das feromonas
A Sociobiologia: Estudo sistemático das bases biológicas dos comportamentos sociais
Comportamento = Genes x Meio à Cada comportamento teria assim uma base biológica (gene) que o justificava e legitimava.
Richard Dawkins: O Gene Egoísta à Evolução na perspectiva do(s) gene(s), Conceitos de gene e de meme.
Indivíduo = veículo de transmissão dos genes
Violação = mecanismo adaptativo? (Rose)
Trivers Dawkins Wilson
(Gorilas) (Formigas)
Charles Darwin:
Selecção Natural
• Tem por objectivo a preservação da espécie
• Processo que leva os indivíduos com modificações mais adaptativas a sobreviver
Selecção Sexual
• Competição entre machos (Male-Male competition) àIntrasexual
• Escolha de Parceiro (Mate Choice) à Intersexual
A selecção sexual depende do sucesso de certos indivíduos sobre outros do mesmo sexo, tendo em vista a propagação da espécie; enquanto a selecção natural depende do sucesso de ambos os sexos, em todas as idades, levando em conta as condições gerais de vida. (Ch. Darwin, “A Origem das Espécies”

Selecção Sexual
Competição entre Machos de modo a serem escolhidos pelas
Fêmeas, de forma a perpetuar o seu património genético.
- Pode colocar o indivíduo/espécie em perigo (pavão)
- Paradoxo de lek - (arena de Lek, as fêmeas tendem a ir para os machos centrais)
- Hipótese maquiavélica
- O investimento parental
- O caso especial dos humanos
Hipótese Maquiavélica
v Criada por Alexander e Trivers nos anos 70.
v Na competição (intermachos) é útil/necessário enganar os outros
v Se eu acreditar nas minhas mentiras, mais verosímil me torno aos olhos dos outros
v Trivers argumenta que esta pode ser a razão que leva ao aparecimento e desenvolvimento de um subconsciente.
v Humphrey afirma que a necessidade de adivinhar (antecipar) as acções dos rivais levou-nos a desenvolver a capacidade de imaginar o que é que se passaria nas mentes dos outros – princípio de uma teoria da mente, factor chave a nível da auto-consciência.
Investimento Parental
4 Explica as diferenças entre sexos como estando ligadas à Teoria do Investimento Parental (Robert Trivers).
4 A gravidez é um processo de investimento feminino
4 O cuidar das crias/filhos também é essencialmente feminino
4 Entende-se por investimento o dispêndio de tempo, esforços, recursos e energia
Esta teoria afirma que o sexo que faz o maior investimento na gravidez, lactação, cuidado e protecção será mais exclusivista na escolha de parceiro.
ESCOLHA DE PARCEIROS
O caso da espécie humana
As principais diferenças ocorrem segundo dois critérios:
- O Sexo do Parceiro
- Duração (Pretendida) da Relação (Short-Term vs. Long-Term)
Subentende-se uma relação Heterossexual
Ø O Homem procura muitas parceiras: Procura de relações sexuais, Privilegia a generalidade (quantidade)
Ø A Mulher procura um parceiro: Procura de estabilidade, Privilegia a especificidade (qualidade)
A Atracção Sexual

O CIUME

Ciúme: Estado emocional provocado pela percepção de uma ameaça, real ou imaginária, relativamente a um elemento de posse (parceiro ou posição).
Diferencia-se da inveja pelo sentimento de ameaça de perda, mais ou menos iminente.
No ciúme perde-se o que se tem, na inveja deseja-se o que não se possui.
A emergência do ciúme vai desencadear reacções que estão relacionadas com o medo e a agressão, levando a um conjunto de acções mais ou menos intensas no sentido de proteger e sustentar o vínculo amoroso.
Assume duas formas principais: Ciúme Sexual e Ciúme Emocional
Estudos de Bus & Cols. Determinam que:
Sexo masculino à ciúme sexual
Sexo feminino à ciúme emocional
Criticas:
Ü Determinismo Biológico do(s) Comportamento(s)
Ü Conservadorismo ao estabelecer as diferenças entre os sexos
Ü Privilégio absoluto do colectivo (espécie) sobre o individual
Argumentos:
Analogia – ex: os aglomerados de fêmeas.
Valores médios ou maioriais – ex: distribuição do trabalho
O buraco negro: ex: kinsey e a homossexualidade.
Teoria dos Scripts Sexuais
Desenvolvida por Simon & Gagnon
Inscreve-se no campo teórico do chamado: Construcionismo Social
Scripts – elementos que definem as situações, os actores e os mapas necessários para que um evento sexual aconteça.
Na ausência desses elementos cognitivos, “situações em que todos os ingredientes sexuais estão presentes podem manter-se assexuais, no sentido em que a sua interpretação faz com que nem sequer ocorra a excitação sexual”
Num Script (Sexual) intervêm:
1) Cenários Culturais: Dependem do lugar, época, valores, factores sociais
2) Scripts Interpessoais: Dependem do jogo e respectiva interpretação
3) Scripts Intrapessoais: Dependem da interpretação e valorização individual
Num Script (Sexual) intervêm:
1) Cultura - orienta os comportamentos sexuais de acordo com os parâmetros culturais
2) Relação - detecta interesses partilhados que possibilita que dois potenciais parceiros participem no mesmo acto sexual.
3) Indivíduo – acção orientada para a concretização dos desejos sexuais.
Em relação aos scripts sexuais:
à Tendem a ser limitados em número
ß Partilha de significados comuns (“Vamos para a cama?”, “Podes dormir comigo”, “Queres subir?”)
à A sua consensualidade mede a sua eficácia
ß Grau de sexualização dos comportamentos
à Podem existir scripts contraditórios e válidos
ß Resistência Simbólica, Virgindade Feminina, Sexo Pré-matrimonial
Os scripts são construções sociais.
A sua normatividade é variável
Os scripts sexuais reconstroem-se em cada interacção dinâmica entre dois ou mais indivíduos, mas não se modificam por isso
São fortemente influenciados pela comunicação, quer digital, quer analógica
Beleza Física
Invariante segundo: Sexo, Idade, NSE, Variabilidade Histórica e Relatividade Cultural
Factores Objectivos
Factores Subjectivos: Situacionais (ex.: Efeito de Contraste) e
• Motivacionais (Variações Intra e Interpessoais)
Sexo pré-matrimonial
Scripts contraditórios e socialmente aceites
Um rapaz deve procurar ter relações sexuais com muitas raparigas
Deve assim afirmar a sua masculinidade
Script de Poder e Dominação
* * *
Uma rapariga deve casar virgem: Deve assim afirmar a sua castidade
Script de Submissão
Razões para ter relações sexuais
Ü Interdependência relacional
Ü Hedonismo (Lúdico/erótico)
Ü Normatividade
Ü Paixão (Amor/Afecto)
Ü Reprodução
Razões para não ter relações sexuais
Ü Medo (DST, Gravidez)
Ü Dificuldades Relacionais
(Desinteresse)
Ü Conservadorismo
Ü Funcionalidade
Resistência Simbólica (Token Resistance)
Constitui um dos melhores exemplos de scripts sexuais influenciados pela discrepância entre os níveis analógico e digital da comunicação
(dizer que não quando se quer dizer que sim)
HISTÓRIA DA SEXUALIDADE
Michel Foucault
- História da loucura na idade clássica (1961)
- Vigiar e punir (1975)
- História da sexualidade
• A vontade de saber, 1976
• O uso dos prazeres, 1984
• O Cuidado de Si, 1984
q Poder
q Hipótese Repressiva
q Confissão
Discurso sobre a sexualidade
q A partir do século 16 o interesse residiu na
regulação da sexualidade dos casais
q No século 19 aparece um interesse no discurso
da sexualidade de:
² Crianças
² Criminosos
² Doentes mentais
² Homossexuais
Antes, o homossexual era o agente repetitivo de uma determinada acção.
Agora, o homossexual pode ser pervertido, doente, punido, classificado, etc.
Passou a existir (um discurso sobre) a homossexualidade.
Nos dois últimos volumes, publicados mais tarde, confronta a ética sexual da Grécia e de Roma (prazer) com a do Cristianismo (pecado).
Princípios da ética sexual do cristianismo:
- Necessário à reprodução
- Declara o sexo pecaminoso
- Todo o sexo não reprodutivo será punido
-A sexualidade como prazer era terreno do Mal
-A Igreja prescreve as leis da sexualidade
Sendo o sexo um pecado, é susceptível de ser confessado.
A sexologia
Havelock Ellis (1859 – 1939)
Em 1896 publica Sexual Inversion
É-lhe atribuída a autoria do termo homossexualidade, que ele nega. Contudo, assume que o amor entre pessoas do mesmo sexo transcende idade e não se deve submeter a restrições sociais.
Também introduz os conceitos de auto-erotismo e narcisismo
Casado em 1891 com Edith Lees
Impotente até aos 60 anos
Favorável à eugenia
R. Kraft-Ebing (1840 – 1902)
Dividia as neuroses cerebrais em quatro categorias:
- Anestesia: desejo sexual insuficiente
- Hiperestesia: desejo sexual excessivo
- Paradoxia: desejo sexual na época errada (1ª ou 3ª idade)
- Paraestesia: desejo sexual pelo objecto errado
• Homossexualidade
• Sadismo
• Masoquismo
• Pederastia
• (Fetichismo Sexual)
É um dos primeiros tratados sobre o sexo de um ponto de vista científico, abordando temas como o orgasmo clitoridiano e o prazer sexual feminino, perturbações de personalidade dos abusadores sexuais e discussão da homossexualidade.
Tanto foi admirado e elogiado pela abordagem científica a algumas questões inéditas, como por exemplo a homossexualidade, como foi condenado por tentar justificar da mesma forma científica algumas perversões.
Por outro lado, alguns dos temas tratados eram considerados imorais, não justificando assim o interesse neles demonstrado.
Wilhelm Reich (1897 - 1957)
Entre 1925 e 1933
• O Caráter Impulsivo
• A Função do Orgasmo
• Maturidade Sexual, Continência, Moral Conjugal
• O Aparecimento da Moral Sexual
• A Luta Sexual da Juventude
• Psicologia de Massa do Fascismo
• Análise do Caráter
Conceitos de Orgone e Neurose
Importância do orgasmo Determinante nas psicoterapias energéticas e corporais
Herbert Marcuse - (1898 - 1979)
Em 1938 desenvolve a ideia de que sem a liberdade de satisfazer as necessidades de cada um e de agir em ordem a obter a plena realização não era possível atingir a plena felicidade.
Se a liberdade não é possível por causa de restrições sociais e económicas, então há que mudar estas últimas para aumentar a liberdade e a felicidade.
No princípio dos anos 50 Marcuse retomou estas ideias em Eros e a Civilização. Aí reinterpretava a teoria freudiana do recalcamento, criticando a importância dada à organização genital da sexualidade e à relação sexual heterossexual.
Propõe a libertação sexual através de uma sexualidade perversa polimorfa (incluindo o erotismo oral, anal e genital) que propositadamente desvaloriza a relação coital heterossexual.
Acreditava que a libertação sexual era obtida através da exploração de novos desejos, papéis e actividades sexuais.
Para Marcuse, a homossexualidade representava o paradigma do sexo prazeroso – uma forma de hedonismo radical que repudiava a sexualidade organizada à volta da heterossexualidade genital ao serviço da reprodução biológica.
“Contra uma sociedade que emprega a sexualidade como um meio para um fim útil”, Marcuse preconizava que “as perversões justificam a sexualidade como um fim em si mesma e desafiam os seus princípios tradicionais”.
TEORIAS ANALITICAS
Sigmund Freud (1856 – 1939) – PSICANÁLISE
Jean Marie CHARCOT (1825-1893)
Em 1882 abre na Salpêtrière a 1º clínica de Neurologia.
Trabalha com a Histeria, usando a hipnose.
Josef BREUER (1842 – 1925) Para a Histeria:
Cura pela Fala – relação entre sintomas e associações
Ex: Recordações (desagradáveis) sujeitas a repressão
Primeiro foi usada a hipnose, e depois, esta foi abandonada em favor da conversa habilmente dirigida
Bertha Pappenheim – (Anna O.)
Depressão
Hipocondria
Paralisia dos membros
Incapacidade de se expressar no seu idioma
Ligação entre Bertha P. e Breuer
Estudos Sobre a Histeria (1895)
CURA PELA FALA
As melhorias ocorriam ao conseguir falar dos acontecimentos traumáticos.
Ao serem associados aos sintomas, estes acontecimentos perderiam o seu potencial traumático ao serem relembrados.
Para Freud, a origem de conflitos era sempre de carácter sexual à (ruptura com Breuer)

Wilhelm FLIESS (1858 – 1928)
- Neurose nasal
- Teoria da bissexualidade inata
- Ciclos Vitais (23 / 28)
Ruptura com Freud em 1904
Karl ABRAHAM (1877 – 1925)
v Ruptura com Jung
v Elaborações teóricas sobre os diferentes tipos de carácter anal, explica a homosexualidade, desacordo com freud, este so o tolerou pkausa de Jung.
Carl JUNG (1875 – 1961)
• Símbolo
• Inconsciente
• Inconsciente Colectivo
• Arquétipo
1859 – The Origin of Species (Darwin)
1871 – The Descent of Man INSTINTO
1895 – Estudos sobre a Histeria (Freud)
Pulsões:
de Vida ] Eros
de Morte ] Thanatos
Líbido (Energia Psíquica / Desejo Sexual)
4 Objecto
4 Alvo
4 Fonte
Fases do desenvolvimento libidinal:
q Oral – do nascimento até ± aos 24 meses
q Anal - dos 2 aos 4 anos
q Fálica - dos 4 anos até à resolução do Complexo de Édipo
q Latência – entre as fases fálica e genital
q Genital – A partir da puberdade
Escolha de Objecto Amoroso
Anaclítica – O indivíduo valoriza na sua escolha os factores de suporte e apoio que o objecto lhe proporciona, valorizando o modelo das figuras parentais
Narcísica – O indivíduo valoriza na sua escolha os elementos que valoriza dum ponto de vista da sua complementaridade a nível da idealização, valorizando atributos que ele próprio reconhece em si.

Teoria das Relações Objectais
Melanie KLEIN (1882 – 1960)
• Psicanálise Infantil
• Análise do jogo, desenho
• Fundadora da chamada
Escola Inglesa
(E. Jones, A. Freud)
Fase Oral + Fase Anal + Fálica
Posição Esquizo-Paranóide
Objectos Parciais
Posição Depressiva
Objectos Totais
Posição Posição
Esquizo-Paranóide Depressiva
Objectos Parciais Objectos Totais
Identificação: Adesiva, Introjectiva e Projectiva
Amor à objecto à ódio
q Objecto
q Relação
q Solidão
q Ambivalência
q Dependência
q Culpa
q Reparação
Wilfred R. BION (1897 – 1979)
Pensamento :
- Função a : Elementos a e b
Relação Analista - Paciente
D. W. WINNICOTT (1896- 1971)
- Movimento Regressivo Materno
- Dependência Absoluta e Relativa
- Objectos Transaccionais
(ou Transicionais)
- Continente e Rêverie
- Concern
- Holding
- Good Enough Mother

Objectos Transaccionais
René SPITZ (1887- 1974)
O Primeiro Ano de Vida: Depressão Anaclítica e Hospitalismo
Comparação de crianças de uma instituição (Orfanato) com as do berçário de uma prisão feminina.
q Crianças Selvagens
q Crianças Isoladas
Vinculação à O conceito de Vinculação surge na confluência dos pontos de vista da Psicanálise e da Etologia.
Realça a importância da adequada satisfação de necessidades primárias básicas.
John BOWLBY (1907 – 1990)
4 Vinculação
4 Apego
4 Perda
4 Internal working model do self e dos outros
Harry Harlow (1906 – 1981) (Mãe fofa e de arame)
Mary AINSWORTH (1913 – 1999) (situação estranha)
Cindy HAZAN
Phil SHAVER
Relações Românticas Adultas
3 Frases 3 itens
Seguro
Evitante
Inseguro - Ainsworth (1978)
Ambivalente ou Resistente - Ainsworth (1978)
Hazan & Shaver (1987):
Seguro
Evitante
Ansioso/ Ambivalente
Kim BARTHOLOMEW
Introduz duas dimensões: Modelo de Si (Ligado à Dependência) e Modelo do Outro (Ligado à Evitação)
Do cruzamento destas dimensões, resultam quatro estilos de vinculação
Genero1
Sexo à anos 79 à género
Papel sexual papel do género
Identidade sexual identidade do género
Orientação sexual orientação sexual
A Guerra do(s) Sexo(s)
Privilegia a dicotomia Masculino / Feminino.
Assenta em grande parte nos factores de ordem biológica
Tende a estereotipar o(s) sexo(s) tendo em vista a maximização das diferenças.
Pressupõe características deterministas.
Feminino
Androgéneos à
Comportamento de ser montada
Passiva
Receptora
Masculino
Androgéneos Þ
Comportamento de montar
Activo
Agressivo
Modelo (Teoria) da Identidade
A Identidade (Masculina) seria o resultado de um esforço (permanente) efectuado pelo homem, de diferenciação da Identidade Feminina, pondo em evidência a Angústia de Perda de Identidade.
Essencialismo vs. Construcionismo Social
Essencialismo – dá primazia aos factores de ordem biológica.
Construcionismo Social – coloca em relevo a interacção e interferência de factores como o meio, valores sociais, culturais.
Foi introduzido por Simon & Gagnon em 1973 e por Rubin em 1975.
“(…) O facto relevante da vida dos homens não é o serem biologicamente masculinos, mas tornarem-se homens”.
(Kimmel & Messner, 1989)
Papel de Género - 2 Paradigmas
ß Identidade do Papel de Género
ß Tensão com o Papel de Género
Identidade do Papel de Género - (gender-role identity)
Assume que os indivíduos possuem uma necessidade inata de terem uma identidade de (papel de) género.
] O desenvolvimento da personalidade dependeria e estaria intimamente ligado à evolução desta identidade.
] Esta necessidade seria mais ou menos satisfeita dependendo do grau em que o indivíduo conseguisse aderir ao seu papel.
] Neste paradigma, o desenvolvimento de uma identidade de género seria um processo de êxito/fracasso.
] Em caso de fracasso, o resultado seria a homossexualidade, atitudes negativas perante as mulheres e/ou hipermasculinidade.
Tensão com o Papel de Género - (gender-role strain)
- Os PG são operacionalmente definidos por estereótipos e normas.
- As normas dos PG são contraditórias e inconsistentes.
- A proporção de sujeitos que violam as normas do PG é elevada.
- A violação das normas do PG está sujeita à crítica social.
- A violação das normas do PG leva a consequências psicológicas negativas.
- A violação das normas do PG (real ou imaginada) leva o sujeito a um grau de sobreconformismo em relação a elas.
- A violação das normas do PG tem consequências mais graves para os homens do que para as mulheres.
- Algumas características funcionais prescritas pelas normas dos PG são psicologicamente disfuncionais.
- Ambos os géneros experienciam tensão do PG.
- As mudanças históricas provocam tensão do PG
v Os padrões culturais associados à Masculinidade, tal como estão implementados, vão dar origem a efeitos potencialmente negativos nos homens.
v Estes efeitos negativos organizam-se em redor de três conceitos principais.
1 ] Discrepância com o Papel de Género
• Grande parte dos homens não consegue cumprir com as expectativas inerentes ao papel de género
2 ] Trauma do Papel de Género
• Ainda que as expectativas sejam cumpridas, o processo de socialização que aí conduz é traumático
3 ] Disfunção do Papel de Género
• Uma realização adequada das expectativas do PG implica efeitos colaterais negativos, para os próprios ou para os outros.
Ideologia da Masculinidade
4 Representa a aderência do sujeito e a internalização de sistemas de crenças culturais sobre masculinidade e género masculino, assente na estrutura das relações entre os sexos.
4 Funciona a nível individual e colectivo.
4 Existem variadas Ideologias da Masculinidade
4 A Ideologia da Masculinidade intervém nos três níveis de tensão com o PG
PAPEL DE GÉNERO - (Spence, 1985)
- Direitos e deveres
- Consensualmente Aceite
- Regras de Comportamento
- Interacção Social
MASCULINIDADE - (Jansz, 2000)
ð Ser masculino é: ser autónomo, ter sucesso, ser agressivo e ser estóico
CONFLITO COM O PAPEL DE GÉNERO - O Modelo de O´Neil
Valores e mitos masculinos (mística masculino)
SEXISMO: Desvaloriza o Feminino, Medo da Feminilidade, Hipervaloriza o Masculino
Factores biológicos e Factores sociais
Processo de Socialização
Masculina Tradicional
Mística Masculina (FS)
Papel Ideal, dificilmente realizado
CONFLITO COM O PAPEL DE GÉNERO (O’Neil, 1986)
c Sucesso, Poder e Competição
c Emocionalidade Restrita
c Comportamento Afectivo Restrito entre Homens - Homofobia
c Conflitos entre Trabalho e Relações Familiares
Genero2
Ü Intersexuais – atributos de ambos os sexos.
Ü Transgénero-muda de genero
Ü Transexual – transtorno na identidade sexual
Ü Crossdressing - veste-se de mulher, em privado
Ü Travesti
Ü Andrógino – identidade indefenida
Ü Queer
Quando os homens homossexuais cheiravam o odor do suor masculino — mais especificamente um composto químico da hormona masculina testosterona – os seus cérebros respondiam de modo idêntico ao das mulheres.
Estas descobertas sugerem que a actividade cerebral e a orientação sexual estão ligadas. Também vai de encontro à opinião da maioria dos cientistas de que as pessoas nascem – (e) não se tornam – homossexuais.
Ø O padrão diferente que Savic observou nos cérebros dos homens homossexuais poderia ser quer uma causa quer um efeito da sua orientação sexual.
Ø Se a orientação sexual tem uma causa genética, se é influenciada pelas hormonas durante a vida uterina ou durante a puberdade, então os neurónios no hipotálamo poderiam organizar-se de uma forma tal que viesse a influenciar de forma permanente qual o sexo pelo qual a pessoa se sentiria atraída.
Escala de KINSEY
| 0 | Exclusivamente heterossexual |
| 1 | Predominantemente heterossexual, raramente homossexual |
| 2 | Predominantemente heterossexual, ocasionalmente homossexual |
| 3 | Igualmente heterossexual e homossexual |
| 4 | Predominantemente homossexual, ocasionalmente heterossexual |
| 5 | Predominantemente homossexual, raramente heterossexual |
| 6 | Exclusivamente homossexual |
Escala de KLEIN
| 0 | Apenas do sexo oposto |
| 1 | Maioritariamente do sexo oposto |
| 2 | Algo mais do outro sexo |
| 3 | Ambos os sexos igualmente |
| 4 | Algo mais do mesmo sexo |
| 5 | Maioritariamente do mesmo sexo |
| 6 | Apenas do mesmo sexo |
4 Atracção Sexual : Por quem se sente sexualmente atraído?
Sem comentários:
Enviar um comentário