Teoria Etologia de
hoje:
A etologia é a abordagem específica do comportamento animal
e do homem, estuda comparativamente os comportamentos animais, a sua
perspectiva não pode deixar de ser filogenética de filiação neodarwinista; a
sua essência comporta a articulação íntima de um modelo teórico com um método
de observação e registo de comportamentos.
A superação do desafio sociobiológico e a
interdisciplinaridade.
Desenvolvimento do
comportamento: O desenvolvimento é interactivo, tanto em informação
genética como em inputs ambientais disponíveis para o ser vivo podem
mudar a direcção do seu desenvolvimento, alterando as interacções do
gene-ambiente que têm lugar nesse indivíduo.
Homeostase: Capacidade
do processo de desenvolvimento de ignorar ou ultrapassar algumas falhas
genéticas ou ambientais - sucesso reprodutivo.
Mecanismos de
aprendizagem: geram mudanças funcionais no comportamento do animal, está
relacionado com a experiência do indivíduo.
As causas de qualquer comportamento podem ser
percebidas em 4 níveis diferentes:
Causas próximas:
- Ontogenia: Como
se desenvolve o comportamento. Ex: como é que o comportamento muda ao longo
da vida animal? Como surgiu e como se desenvolve? Hereditariedade ou ambiente?
O seu comportamento influenciará em adulto?
- Causalidade
imediata: Relação entre um determinado comportamento com uma condição
antecedente. Ex: Porque é que o animal se comporta numa determinada maneira?
Quais são e como actuam os mecanismos que controlam o comportamento. Quais os
estímulos externos responsáveis pelo comportamento, como é que os mecanismos
internos actuam quando o comportamento ocorre e qual a sua relação?
Causas últimas:
- Função/significado
adaptativo: Como o comportamento promove o sucesso reprodutivo do animal.
- Filogenia: Como
se origina o comportamento e como foi mudando ao longo do tempo evolutivo.
Ex: Respostas no domínio da evolução do comportamento? Como é que as cegonhas
sabem em que altura têm que migrar e quais as rotas que têm de seguir? Será que
tem havido alterações de rotas? Será que o seu comportamento se alterou desde o
primeiro comportamento da espécie?
Evolução/filogenia:
características anatómicas relacionadas com os diferentes modos de locomoção
documentados entre primatas: Quadrupedismo arbóreo, quadrupedismo terrestre,
braquiação, saltação e bipedismo.
Mais tarde mais um:
- Genética
comportamental
Teorias modernas e
novos modelos funcionais
Derivam da sociobiologia, psicologia evolutiva, economia e
das matemáticas.
- Teoria da optimização: organizam os comportamentos
em balanços, entre custos e benefícios, optimizando economicamente essa
relação.
Os animais não estão perfeitamente adaptados em termos de
custo-beneficio, pelo que se aproximam razoavelmente ao valor óptimo, tendo em
consideração certas imperfeições inerentes aos seus sistemas sensoriais e de
processamento de informação.
Objectivo: entender e predizer o comportamento
alimentar dos animais.
Para que o taco seja adaptativo é necessário que B>C
MacArthur e Eric Pianka colocaram hipóteses: possuem
uma capacidade para obter alimento com grande eficácia. Os animais
desenvolveram formas de aumentar o consumo de alimentos (benefícios) e
de diminuir o tempo e energia despendidos na sua obtenção (custos).
Benefícios: efeito positivo de um traço no numero de descendentes
férteis produzidos por um individuo.
Custos: desvantagem que um traço acarreta para o
indivíduo em termos de sucesso reprodutivo.
Seleccionam-se os animais que se implicam num modelo de
comportamentos que proporciona soluções óptimas a um dado problema – supões que
“reflicta” uma estratégia ou um conjunto de regras de actuação.
Estratégia: é algo que funciona, uma regra empírica
que na história evolutiva do animal se associou a resultados favoráveis. Não
implica que represente essas regras nem que saiba porque é que são eficazes.
Os teóricos aplicam esta teoria a todos os comportamentos.
Os animais devem saber combinar a satisfação de uma grande
quantidade de necessidades particulares, como: necessidade de se alimentar, de
escapar aos predadores e de se reproduzir eficazmente, para garantir
eficazmente uma relação custo-beneficio globalmente favorável.
- Teoria dos jogos:
Vários indivíduos da mesma e de diferentes espécies
partilham o mesmo meio – relações inter e intra-especificas.
Relação custo-beneficio instáveis, variando de acordo com os
diversos comportamentos e estratégias.
Estratégia
evolutivamente estável: é aquela que resulta tão eficaz que é muito pouco
provável que seja substituída por uma alternativa, a menos que as condições mudem
drasticamente.
Estratégia
evolutivamente estável mista: consiste na tendência para utilizar mais do
que uma estratégia.
A teoria dos jogos
utiliza-se então para predizer resultados óptimos em situações de carácter interactivo
e pode aplicar-se a tipos de competição muito complexos.
É uma abordagem evolutiva ao estudo do valor adaptativo em
que os benefícios dos indivíduos associados a uma táctica comportamental está
dependente daquilo que os outros membros do grupo estão a fazer.
Vê a evolução como um jogo em que os jogadores estão armados
com diferentes estratégias e em que estão em competição uns com os outros, com
os vencedores a criar populações que com o passar do tempo não pode ser
invadida por outro jogador com uma estratégia alternativa.
- Teoria da selecção do parantesco – Hamilton
Os animais podem aumentar a sua aptidão biológica
comportando-se de forma que facilita a sobrevivência e a reprodução dos seus
parentes próximos. Este tipo de aptidão deve-se ao facto de que os parentes
próximos têm uma grande quantidade de genes idênticos.
Aptidão biológica directa (ABD): transmitir os seus
próprios genes, tendo filhos que sobrevivem e reproduzem
Aptidão biológica indirecta (ABI): beneficiar do
êxito reprodutor dos parentes próximos que não são descendentes directos. Sendo
que os parentes mais próximos compartilham uma maior percentagem de genes do
que os parentes afastados.
Aptidão biológica inclusa (ABI): o somatório de ambas
as aptidões biológicas à principal motor da SN.
Coeficiente de parentesco ®: pais e filhos:0,50, irmãos de
pai e mãe: 0,50; avos e netos: 0,25; tios e sobrinhos: 0,25; primos: 0,125
Os comportamentos de ajuda: incrementam a aptidão biológica inclusa do emissor.
Depende: da relação de parentesco, da quantidade de parentes que ajuda, e da
quantidade de ajuda que proporciona.
- Teoria da inversão parental – Robert Trivers
Teoria da optimização aplicada ao desenvolvimento das
estratégias reprodutoras.
Os animais que cuidam dos filhos: gastam tempo, energia e
grande risco de predação, se um animal atrasa demasiado a reprodução é possível
que morra sem deixar descendência.
Trivers postulou
que os animais, ao longo do tempo, alcançam u equilíbrio que lhes permite
maximizar a sua eficácia reprodutora - a SN determinou que cada espécie produz
a quantidade óptima de filhos no momento mais idóneo do ciclo da vida.
Esta teoria ajuda a entender as diferenças existentes entre
as espécies: o momento do ciclo da vida em que se reproduzem, a quantidade de
filhos que têm e quando invertem o cuidado parental. Permite explicar porque é
que ambientes distintos se associam a comportamentos reprodutores distintos em
animais da mesma espécie.
- Teoria da selecção natural a nível individual – George
Williams, Darwin defendia que a evolução pode ter lugar a níveis de grupos,
Williams defende que, para que haja evolução, as vantagens selectivas devem
referir-se a animais individuais e não a grupais.
Organização do comportamento
Estimulo-orgãos sensoriais-neoronios aferentes/sensoriais
(motores)-SN=SNCentral e SNPeriférico. SNC: espiral medula e encéfalo SNP: SN autónomo (divisão
simpática-activa e divisão parassimpática-diminui activação e SN Somático:
neurónio aferente e eferente.
Acto reflexo:
Espinal medula
(centro nervoso)
Nervo sensorial: órgão receptor (pele) + estimulo
(picada)
Nervo motor: órgão efector (musculo) + resposta
(afastamento da mão.
Rxp do organismo:
meio ambiente-entrada(Estímulos)-processamento(coordenação)-saida(rxp) -meio
ambiente. (entrada e saídaà
retroacção (feedback)
Organização do
sistema nervoso:
SNCentral:
espinal medula (rxp automáticas, involuntárias e reflexos) e cérebro (rxp
voluntárias).
Cortéx cerebral: possui 2 hemisférios e é constituído por 4
lobos cerebrais: parietal, occipital, frontal e temporal.
Rxp do organismo:
=
Nas saídas-rxp: mecanismos de reacção-órgãos efectores-músculos-glândulas
Músculos lisos: presentes nas paredes dos órgãos
viscerais e dos vasos sanguíneos (contraindo e relaxando)
músculos esqueléticos (responsáveis pelos
movimentos(andar,sorrir), estão ligados por tendões, obedecem à nossa vontade,
accionando os ossos.)
Glândulas exócrinas: são providas de um canal, pelo
qual é lançado para o exterior a secreção- uma resposta (lacrimais, salivares,
gástricas)
Glândulas endócrinas: utilizam as hormonas (mensageiras
químicas) que lança directamente no fluxo sanguíneo e que são conduzidas às
mais diversas partes do corpo.
SNPeriférico: SNSomático(nervos
sensoriais e motores) e SNAutónomo(divisão simpática e Parassimpática.
Controlo
neurológico do comportamento:
Métodos de
investigação:
Rx simples: estrutura do crânio e sulcos vasculares.
Angiogrfia Carótida: venosa ou arterial. TAC-Tomografia Axial computorizada:
som/sem contraste – anatomia axial. RMN/fMRI: ressonância magnética-com/sem
contraste- anatominas axial, coronal e sagital. PET: tomografia por emissão de
protões: nível de participação e actividade metabólicas das distintas zonas do
cérebro em situações diferenciadas. Injecta-se uma forma de glicose meramente
radioactiva- é absorvida pelas células cerebrais de forma proporcional ao seu
nível de actividade. SPECT- tomografia computorizada por emissão de fotões
simples.
Circuitos de
gratificação: participam na expressão de muitos comportamentos.
Paradigma: procura-do-prazes, evitamento-da-dor.
Pressuposto básico sobre o controlo do comportamento-
assumir que os animais estão motivados a implicar-se em comportamentos que se
associam a sensações agradáveis/desagradáveis/prazenteiras e em evitar
comportamentos que se associam a sensações dolorosas/desagradáveis.
Vários investigadores concluíram que existe circuitos
nervosos específicos que medeiam as sensações de prazer e dor.
OLDS e MILNER
– constataram, em ratos, que quando se estimula suavemente a zona do hipotálamo
(medeia as sensações prazenteiras) estes apertavam uma alavanca várias vezes
para que a estimulação não acabasse. Quando se colocavam os eléctrodos noutras
partes do cérebro, os ratos pressionavam uma outra alavanca para eliminar a
estimulação.
Investigadores posteriores permitiram constatar a existência
de um sistema de fibras nervosas- Sistema Dopaminérgico Mesotelencefálico- que
conecta áreas do cérebro médio com diversas áreas do telencéfalo.
Alguns comportamentos experimentaram-se como gratificantes
porque ao serem executados libertam endorfinas, que por sua vez estimulam os
circuitos nervosos do prazer.
Conduta alimentar: Regulada pela área ventromedial do
hipotálamo e por outras estruturas cerebrais. São sensíveis aos níveis de
glicose no sangue e aos níveis gordos e de aminoácidos.
Comportamento
reprodutivo: regulado pela interacção entre diversos centros nervosos,
especialmente os que pertencem ao cérebro médio e ao sistema límbico.
Tipos de reproduçãoàcentro nervoso:
Comportamento sexual feminino- área ventromedial do
hipotalamo, matéria cinzenta do cérebro médio.. comport maternal e sexual
masculino: areal medial pré-optica, sistema límbico.
Agressão:
regulada pela interacção entre os centros nervosos do cérebro médio e sistema
límbico.
Tipos de agressão- função-centros nervosos e neurotransmissores.
Ofensiva-aquisição e defesa de recursos-area ventral
tegmental, amígdala corticomedial do sistema límbico, noradrenalina,
serotinina.
Defensiva-defender-se dospredadores e co-especificos-
matéria cinzenta do cérebro médio: hipotalamo medial.
Comportamento químico do
comportamento:
Feronomas: sinais
químicos que se utilizam na comunicação entre os co-especificos- podem ter um
efeito imediato (ex: atracção sexual, sinais de alarme, localização de
alimentos, reconhecimento dos membros) ou um efeito diferido (acelerar o
processo de maturação sexual das fêmeas, provocar abortos, sincronizar ciclos
sexuais) sobre o comportamento.
Hormonas:
mensageiros que viajam através da corrente sanguínea entre as diferentes partes
do corpo do animal. As hormonas estabelecem prioridades do comportamento.
Mudança ambiente físico-social. Detectadas por mecanismos
neuronais e traduzidas por msgs hormonais.
Estes sinais químicos colocam em marcha uma serie de
mudanças fisiológicas e comportamentais que posicionam a actividade reprodutiva
no topo das prioridades em que é mais provável de se traduzir na produção de RN
sobreviventes.
Efeitos imediatos ou activadores sobre: impulso
sexual e comportamento maternal.
Efeitos organizadores: estimula mudanças estruturais
relativamente permanentes. Ex: testosterona. Efeito organizador sobre a
reprodução, efeito de masculinização.
O testosterona influencia o comportamento social dos machos
(agressividade intra-especifica) e o comportamento social (agressão nos
mamíferos, canto das aves)
Sistemas sensoriais e relógios
biológicos:
Sistemas
sensoriais: os animais possuem receptores sensoriais altamente
especializados, cujo design facilita a aquisição de informação crucial.
A filtragem de estímulos, de informação irrelevante e outras
formas de todos os sistemas nervosos dos animais. Os receptores sensoriais
ignoram alguns estímulos em detrimento de outros. No SNC muitas células e
circuitos estão devotas as análises de certas categorias de informação.
Ao ignorar algumas informações, os animais são capazes de se
focar nos estímulos mais relevantes. O SN resulta na evolução de mecanismos
próximos com diferentes atributos funcionais–específicos.
Quimiorecepção:
sensibilidade especializada das moléculas a determinados compostos químicos. Inclui
o olfacto (id de estímulos distancia) e o paladar (aceitação de alimentos)
Termorrecepção:
sensibilidade diante temperaturas especificas e mudanças de tª. (selecção do
habitat, detectar presas).(cascavel)
Mecanorrecepção:
captam estímulos Mecânicos. Inclui os órgãos de linha lateral: receptores
cinestésico, auditivos e de equilíbrio. (morcegos)
Electorrecepção:
encontram-se em alguns vertebrados aquáticos e utilizam-se para detectar
potenciais presas (peixes produzem campos eléctricos para localizar presas e
obstáculos)
Magnetorrecepção:
sensibilidade à energia magnética, relacionado com a orientação.
Fotorrecepção:
estão especializados na detecção de energia electromagnética. Incluem
detectores de traços, a visão cromática e sensibilidade à luz polarizada.
Relógios
biológicos: funcionam como mecanismo internos de organização temporal
que estão sincronizados com os acontecimentos externos significativos da vida
do animal. Ritmos biológicos: evitam que os animais tenham de depender
de certos indícios ambientais que poderiam não ser fiáveis, permitem
antecipar-se as mudanças ambientais e constituem a base da aprendizagem das
relações temporais. Sincronizadores: indícios externos que sincronizam
os relógios.
Aprendizagens:
Mudanças no comportamento, relativamente persistentes,
resultante da experiencia que se pode produzirem ao longo de todo o ciclo
vital. (Maier). Fundamental para: o desenvolvimento e para a modificação
de uma grande variedade de comportamentos.
Domínio especifico:
tendência a aprender tipos específicos de relações. Os animais estão adaptados
para aprender tipos de relações relevantes para as suas necessidades
particulares de sobrevivência e reprodução. Esta especificidade limita as
probabilidades de que os animais aprendam relações irrelevantes ou
inapropriadas.
Custo fisiológico:
as células cerebrais requerem uma quantidade significativa de energia para
crescer e funcionar. A razão custo-beneficio, afecta a evolução da capacidade
de aprendizagens da mesma forma que a evolução de outros sistemas. O custo
relativamente alto das capacidades de aprendizagem complexas pode se ruma das
causas que faz com que esta seja menos comum no mundo animal do que as
capacidades de aprendizagem simples.
Factores ecológicos:
podem influenciar a evolução das capacidades de aprendizagem: estabilidade
do meio: animais que vivem em meios menos estáveis beneficiam mais da
aprendizagem. Disponibilidade de alimento: maior tendência para depender
da aprendizagem, maior diversidade alimentar. Mobilidade de alimentos: capacidade
de aprendizagem espacial e temporal (quando e onde tá alimento). Carac do meio em k o animal reproduz:capacidade
de reconhecer as suas crias individualmente.
Pré-adaptações: o
simples facto de certos tps de capacidades de aprendizagem serem benéficas numa
dada situação não basta para k essas evoluam. O animal deve contar com
prá-adaptações estrutruturais (SNC e SNP-os animais com SN são capazes
de realizar aprendizagens simples) e comportamentais (modelos de
comportamentos estabelecidos para determinados tps de estímulos, tps de
relação, a aprendizagem tá modelada por SN- Aumentou a probabilidade de
aprendizagens favoráveis a sua aptidão biológica e reduziu aprendizagens a
relações ñ adaptativas.
Tipos de
aprendizagens: habituação, condicionamento clássico-CC, Condicionamento
Operante/instrumental-CO; aprendizagem temporal, espacial e social….Condicionamento
clássico: Pavlov:Associação entre rxp de aliemtação e redução de fome,
estimula a procura de alimentas em certas zonas-rastreio de sinais-permite
reduzir tmpo e energia. Geralmente os animais condicionam-se +depressa a
estímulos associados a consequências negativas k a positivas. Condicionamento Operante: Aumenta a
prob da ocorrência co comport (1) ou diminui(2)
Apresentar estimulo: reforço positivo-comida (1), punição
positiva-bater(2).
Remover o estimulo:reforço negativo-retirar xokes(1),
punição negativa-retirar comida(2).
CC:Conduta:
involuntária incluindo emoções. Aquisição: associação de factos. Extinção:
a RC diminui kd EC se apresenta sozinhos xs repetidas. Processos cognitivos:
o EC indica a xegda do EIC.
CO:Conduta:
voluntária. aquisição: associação de rxp, com consequência posterior. Extinção:
adiminui a Rxp sobretudo kd cessa o reforço constante. Processos cognitivos:uma
rxp será reforçada ou punida.
Aprendizagem
temporal: capacidd de aprender intervalos de tempo-permite que os animais
desenvolvam comport a mm hora tds os dias.
Aprendizagem espacial:
aquisição de informação sobre as relações espaciais dentro do mm
ambiente:encontrar locais adequados e rotas pa construir ninho. Proteger de
predadores ou do clima e obter alimento. Mapas cogniticos: codificação e
representação mental das relações espaciais: visual, olfactiva, auditiva,
combinação de pistas sensoriais.
Aprendizagem social: transmossão de habilidades adquiridas
ou de transmissão obtida por oto animal-modelo/tutor-observador. O observador
beneficia das aprendizagens pk adquire habilidades. O tutor é beneficiado se o
oto for parente. Níveis: mais baixo: focalização e atenção. Mais elevado:
imitação, alem de prestar atenção. Superior: obtem info, ao observar o tutor e
aplica numa situação diferente. Auditiva, visual ou olfactiva
(incompleto)
Ola Catarina,
ResponderEliminarSou aluna do 2º ano de psicologia e gostava de tirar algumas duvidas contigo se possivel.
É viável contactar-te por mail?
Cumprimentos
podes perguntar, seu puder ajudo, mas etologia não é o meu forte lol e só tou no 3º ano 8-)
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