O que é a atenção?
É a aptidão para selecionar parte da informação disponível no meio, para posterior processamento. - (Eysenck 2000)
No meio de tantos estímulos, tem de haver a aptidão, para escolher alguns para processar, então, seleccionamos a informação.
Diz respeito ao processamento preferencial de informação (neste sentido, a atenção é selectiva).
É um mecanismo COGNITIVO da mente que permite seleccionar INPUTS, PENSAMENTOS ou ACÇÕES, enquanto ignoramos outros estímulos. (At. Voluntária e Involuntária) - (Gazzaniga, Ivry e Mangum 2002)
Estarmos disponíveis para o meio exterior (ter atenção) é uma defesa e permite-nos analisar. Quanto mais vigilância e activação existe, mais atenção há.
É um mecanismo interno mediante o qual o organismo controla a selecção do estímulo, e consequentemente, influenciará na conduta do sujeito . - (Kanheman)
Regra geral - a atenção é voluntária (pois escolhemos o estimulo que queremos) mas também pode ser involuntária (se ouvirmos por exemplo um avião mudamos o nosso foco atencional).
“É um mecanismo que põe em marcha uma série de processos ou operações, graças aos quais somos mais receptivos aos acontecimentos do ambiente e levamos a cabo uma grande quantidade de tarefas de forma eficaz.”
(Kahneman) (O que nos permite realizar as tarefas de forma eficaz.)
“ É um mecanismo interno mediante o qual o organismo controla a selecção do estímulo, e consequentemente, influenciará na conduta do sujeito”
(Kanheman)
Estarmos disponíveis para o meio exterior (ter atenção) é uma defesa e permite-nos analisar. Ex: se não tivermos atenção quando andamos podemos tropeçar.
Dentro de tantos estímulos à nossa volta, temos a aptidão de escolher alguns para processar.
Algumas funções específicas da atenção:
• Receptividade (ao que está a nossa volta);
• Adequação da análise da realidade;
• Facilitar a activação e o funcionamento de outros processos psicológicos;
• Execução de tarefas.
Como prestamos atenção?
Através dos órgãos sensoriais à mecanismos perceptivos que nos dá uma competência de seleccionar, transformando as energias que interpretamos.
E da forma mais comum: Auditiva e visual.
Processo implicados na atenção:
• Processos selectivos (permite seleccionar milhares de estímulos a que queremos dar atenção)
• Processos de distribuição (depois de seleccionarmos fazemos uma distribuição da atenção pelos estímulos (ex: ouvir e escrever)
• Processos de concentração (depois da selecção e da distribuição, concentramos-nos num dos estímulos, foca-se numa coisa para prestar atenção.
O processamento pode ser controlado (o sujeito realiza uma tarefa de forma consciente) ou automático.
Pode ser:
Espontânea / involuntária ou exógena: descreve o fenómeno onde algo, como, por exemplo, um evento
sensorial, capta a nossa atenção. (imediata não tem mecanismos a controlar – não controlamos a atenção
e esta foge-nos, se ouvirmos um barulho olhamos)
sensorial, capta a nossa atenção. (imediata não tem mecanismos a controlar – não controlamos a atenção
e esta foge-nos, se ouvirmos um barulho olhamos)
Voluntária ou endógena: refere-se à nossa capacidade para, de forma intencional, atender a algo.
(controlada pelo individuo - se nos chamarem e pedirem para olhar para tal sitio, olhamos porque queremos é voluntário)Externa: Tomar atenção ao que está a nossa volta
Interna: quando uma pessoa fala connosco, mas o pensamento está focado para nós e não ouvimos a conversa. Pensamos numa coisa nossa, do nosso interior.
Atenção dirigida (focalizada)
Sujeito dirige a atenção apenas a um estimulo (auditivo ou visual)
Atenção dirigida (focalizada) auditiva
Como seleccionamos, processamos e recordamos um som no meio de um conjunto de sons (Exemplo: Efeito Cocktail).
Atenção dirigida (focalizada) visual
Como seleccionamos e processamos uma imagem visual entre várias imagens visuais (Exemplo: Wally)
Atenção Dividida
Quão facilmente realizamos duas tarefas ao mesmo tempo?
Como é que eu divido a minha atenção quando tenho que realizar 2 ou + tarefas ao mesmo tempo.
O sujeito dirige a atenção para dois ou mais estímulos, por exemplo: ouvir e escrever.
Processamento Automático
Algumas tarefas são exercidas ou praticadas tão frequentemente que se tornam automáticas (Exemplo: conduzir; comer)
Lapsos ou Erros de Acção (“action slip”)
Quando o processo atencional falha as pessoas fazem, muitas vezes, coisas que não tinham a intenção de fazer, fazendo-o de uma forma “ausente”.
Atenção focalizada ou dirigida é diferente de atenção dividida.

EYSENK E KEANE
Atenção focalizada ou dirigida
Tarefas mais comuns: apresentação de dois ou mais estímulos e solicitar a um deles, ignorando os outros.
Permite compreender como se seleccionam certos inputs em vez de outros e permite compreender a natureza do processo de selecção de informação e o destino dos estímulos não seleccionados.
Sujeito dirige a atenção apenas a um estímulo (auditivo ou visual)
Atenção dividida:
Quão facilmente realizamos duas tarefas ao mesmo tempo?
Como é que eu divido a minha atenção quando tenho que realizar 2 ou + tarefas ao mesmo tempo.
O sujeito dirige a atenção para dois ou mais estímulos, por exemplo: ouvir e escrever.
Tarefas mais comuns: apresentação simultânea de dois estímulos com instruções para atender e responder aos dois (Estudos de Dual-Task) à ouvir a professora e escrever ao mesmo tempo, estamos atentos a duas coisas, ao que ouvimos e ao que escrevemos
Ambas permitem compreender as limitações no processamento individual e a capacidade dos processos atencionais.
Processamento Automático
Algumas tarefas são exercidas ou praticadas tão frequentemente que se tornam automáticas (Exemplo: conduzir; comer)
Atenção focalizada ou dirigida
Atenção auditiva focalizada ou dirigida
Como seleccionamos, processamos e recordamos um som no meio de um conjunto de sons (Exemplo: Efeito Cocktail).
Neste caso, queremos saber como é que seleccionamos, processamos e recordamos um SOM de entre vários.
Atenção visual focalizada ou dirigida
Como seleccionamos e processamos uma imagem visual entre várias imagens visuais (Exemplo: Wally)
Neste, caso, queremos saber como seleccionamos uma imagem visual de entre várias.
Modelo Geral de Hierarquização entre estados de Arousal, atenção e atenção selectiva
Vigil ou acordado – Desatento (sonolento, relaxado)
- Atento (estado de alerta) – Ignora
- Atende
Dormindo – diferentes estados de sono
Atenção dirigida ou focalizada auditiva
(investigação, modelos e teorias)
E. Colin (1953); MIT( laboratório de pesquisas electrónica)
Cocktail Party
Como conseguimos seguir uma conversa quando temos muita gente a falar em simultâneo?
(Collin Cherry 1953) Cocktail Party – As características físicas parecem sobrepor-se ao significado. (Tom de voz, lugar, etc)
Estudos com audição DICÓTICA palavras – Shadow Tasks.
Estudos com audição DICÓTICA palavras – Shadow Tasks.
(várias pessoas a falar numa sala ao mesmo tempo)
Resultados da investigação:
- Características físicas distintivas (altura e tom de voz, masculino ou feminino, lugar onde a pessoa fala, etc)
- Com a mesma voz nas duas mensagens (escuta dicótica) os participantes têm mais dificuldade em distinguir com base no significado da mensagem.
- Ou seja, as características físicas parecem sobrepor-se ao significado.
Cherry (1953), em estudos com audição dicótica em shadowing tasks:
Um indivíduo colocava os phones nas orelhas, e em cada phone tinha uma mensagem diferente a tocar ao mesmo tempo, pede-se para repetir uma das mensagens que ouve.
Vai lembrar-se mais da mensagem que repetiu.
- Pouca informação entrava da mensagem ignorada;
- Quando a mensagem era lida em linguagem estrangeira ao ouvinte, ou qualquer lida ao contrário, alguns sujeitos nem sequer davam por ela.
- No entanto, mudanças físicas como a utilização de um tom ou sinal, sexo do emissor ou a intensidade do som eram notadas.
Donald Broadbent (1958); universidade de Cambridge
(Donald Broadbend 1958) DICÓTICA com números – Não há um padrão na hora de lembrar a ordem, porém distingui-se de orelha para orelha.
É o 1º a colocar ênfase em termos teóricos e empíricos no problema do PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO.
a) Concluiu que a informação usa vários processos (Atenção, memória de trabalho, percepção, etc)
b) Estes sistemas processam a informação de várias formas: ouvimos 4x2 e pensamos em 8
c) O objectivo da pesquisa é especificar os processos e as estruturas sublinhando o DESEMPENHO COGNITIVO.
d) Muito da informação nas pessoas assemelha-se a dos computadores.
É o 1º a colocar ênfase em termos teóricos e empíricos no problema do PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO.
a) Concluiu que a informação usa vários processos (Atenção, memória de trabalho, percepção, etc)
b) Estes sistemas processam a informação de várias formas: ouvimos 4x2 e pensamos em 8
c) O objectivo da pesquisa é especificar os processos e as estruturas sublinhando o DESEMPENHO COGNITIVO.
d) Muito da informação nas pessoas assemelha-se a dos computadores.
CONCEITOS CHAVE da teoria:
- Dois estímulos (inputs) ao mesmo tempo no buffer sensorial, em curto período de tempo, ou são admitidos ou desaparecem do sistema de processamento.
- Um desses estímulos é processado por causa das suas características físicas, enquanto o outro fica no buffer para ser processado mais tarde;
- Um desses estímulos é processado por causa das suas características físicas, enquanto o outro fica no buffer para ser processado mais tarde;
- Este filtro é necessário para prevenir a sobrecarga do mecanismo de qualidade limitada que está depois do filtro. Ele processa o input de forma minuciosa.
IMPORTANTE: Broadbend e Cherry concordam sobre a CAPACIDADE LIMITADA no sistema de processamento da informação.
Tarefa de escuta Dicótica com Dígitos
(um individuo por exemplo numa orelha ouve 496 e noutra orelha ouve 852
- Os participantes tentam recordar os dígitos na ordem da sua preferência (não há padrão);
- No entanto, clara preferência por recordarem os dígitos orelha por orelha em vez de paralelo, par a par.
É dos primeiros autores a colocar a ênfase, em termos teóricos e empíricos, no problema do PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO.
No essencial, a abordagem do processamento de informação segue as seguintes permissas:
a) A informação disponível no meio é processada por uma série de sistemas de processamento ( eg. Atenção, percepção, memória de trabalho, etc.).
b) Estes sistemas de processamento transformam a informação de várias formas (eg. Vemos 2x4 e pensamos 8);
c) O objectivo da pesquisa é especificar os processos e as estruturas (e.g, memória de longo termo) sublinhando o desempenho cognitivo.
d) Muito do processamento de informação nas pessoas assemelha-se ao dos computadores (IA fraca x IA forte; Searle, 1999).
Conceitos chave da teoria (Donald Broadbent)
a) Dois estímulos ou mensagens apresentadas ao mesmo tempo têm acesso em paralelo (simultaneamente) a um buffer sensorial, que contém informação por um curto período de tempo até serem admitidos ou desaparecerem do sistema de processamento;
b) Um desses estímulos, ou inputs, mercê das suas características físicas, atravessa o filtro, enquanto o outro estímulo fica no buffet para o processamento posterior;
c) Este filtro é necessário para prevenir a sobrecarga do mecanismo de capacidade limitada que está para além (depois) do filtro, este mecanismo processa o input de forma minuciosa
1ª Formalização da teoria (modelo) - Donald Broadbent
Sistema de processamento de informação de capacidade limitada - consiste com as descobertas de Cherry.
Mas, Neville Moray (1959) verificou:
Porém, Neville Moray (contestou Brodbend) manipulou o resultado afirmando que quando a informação para a qual não se prestava atenção era relevante, o sujeito processava esta informação.
Ou seja, toda informação seria analisada de forma equivalente, e só mais tarde uma seria atendida e a outra ignorada.
Portanto, Neville Moray contestou Broadbend e levou a mudar de indéia sobre o “filtro”.
Enquanto Broadbend acreditava que no FILTRO ATENCIONAL, a mensagem não atendida era rejeitada num estádio inicial, Moray afirmou que uma vez que o input fosse manipulado com alguma informação relevante para o sujeito, esta mensagem era processada de forma equivalente no filtro atencional.
Ou seja, toda informação seria analisada de forma equivalente, e só mais tarde uma seria atendida e a outra ignorada.
Portanto, Neville Moray contestou Broadbend e levou a mudar de indéia sobre o “filtro”.
Enquanto Broadbend acreditava que no FILTRO ATENCIONAL, a mensagem não atendida era rejeitada num estádio inicial, Moray afirmou que uma vez que o input fosse manipulado com alguma informação relevante para o sujeito, esta mensagem era processada de forma equivalente no filtro atencional.
A mensagem para o qual não se prestava atenção, ou não se efectuava o shadowing, era o foco de atenção em determinadas circunstâncias (em especial quando continham informação de alta prioridade para os sujeitos; exº o seu próprio nome) à significado da mensagem.
Baseamos a nossa informação no significado. O filtro não será só premiado pelas características físicas, mas pelo seu significado.
- Intrusão do estimulo não atendido –
- Toda a informação seria, então, analisada de forma equivalente e, mais tarde, durante o processamento, alguma informação seria atendida e outra seria ignorada.
Donald broadbent – porém, na teoria do Filtro Atencional, era assumido que a mensagem não atendida era rejeitada num estádio inicial de processamento.
Underwood (1974); (experiência prévia/treino?)
Underwood 1974 – Na análise do Dual Task com Shadowing com números os experientes retinham 67% dos resultados.
- Detecção de dígitos em dual task auditiva, com shadowing:
- naives: retinham 8% dos dígitos na mensagem shadowing;
- Investigadores experientes: retinham 67%
Gray e Wedderburg (1960) dual tasks auditiva dicótica
Gray e Wedderburn 1960 – “quem 6 aí” “4 está 1” – Concluíram que, ao invés de responder orelha por orelha, como sugeria Broadbend (teoria do filtro) , os estímulos eram processados com base no significado. Ou seja, a informação não era tão superficial como parecia. Ela pode ocorrer antes ou depois do processamento dos inputs.
Quem 6 aí? 4 está 1
Ouvido esquerdo ouvido direito
Quem está ai? 4,6,1
A selecção pode ocorrer quer antes, quer após o processamento de informação de ambos os inputs;
O processamento pode ocorrer ser, então, baseado no SIGNIFICADO da informação (inconsistente com a teoria do filtro)
Reorganiza a informação pelo significado, repartimos pelo conteúdo,
So chega ao filtro um estimulo, a filtragem n passa só pelo barulho- se assim fosse ouvíamos o avião e n o stor- leva em conta mais
características como o significado atendemos a forma como é dita e o que é dita.
Mais questões se levantaram:
Podemos fechar, completamente, a “porta” para alguns inputs e elimina-los
De posterior processamento?
Onde se situa essa porta, no sisitema de processamento de informação, e como afecta a subsequente codificação e processos mnésicos que, normalmente, actuam nesses inputs?
DEBATE
è Teoria de selecção inicial (Broadbent, 1958)
• VS
è Teoria de selecção tardia (treisman, 1964; deutsh e deutsh; johnston e Heinz, 1978

Selecção inicial: O Estímulo não necessita ser completamente analisado antes de ser seleccionado.
o estimulo não necessita ser completamente analisado, no plano perceptivo, e codificado antes de ser seleccionado para posterior processamento ou rejeitado por ser irrelevante à basta uma análise superficial no plano perceptivo.
Selecção tardia: Todos os inputs são processados de forma equivalente, sendo percebido pelo significado.
os inputs atendidos ou ignorados são processados de forma equivalente pelo sistema perceptivo, alcançando um determinado estádio de codificação e análise semântica, logo baseado no significado.
Anne Treisnman (1964); universidade de Princeton
E ainda Anne Treisman afirma que o engarrafamento é flexível e o processamento da informação não é tão inicial como na teoria de Broadbend. O processamento da informação não atendida é atenuado ou degradado.
Portanto:
Portanto:
· O processamento é feito de forma mais sistemático
· A análise inicial baseada em pistas ou características físicas.
- O processamento de informação não atendida é ATENUADO ou, simplesmente, a informação é degradada;
- O “engarrafamento” da informação NÃO É TÃO INICIAL como na teoria do filtro de Broadbent (1953)
- A localização desse “engarrafamento” é mais flexível;
- É como se possuíssemos um filtro menos estanque (ou mais permeável)
- O processamento é efectuado de forma mais sistemática;
- A análise inicial baseada em pistas (cues) ou características físicas;
- Posterior análise baseada no significado.
à há uma analise perceptiva, mas também há no significado e depois o filtro permeabiliza quem entra e quem não entra.
- Não existindo suficiente capacidade de processamento para a análise total do estímulo, algumas dessas não serão processadas e constituirão estímulos não atendidos ou ignorados.
à alguns estímulos perdem relevância e outros afirmam-se.
Predição elegante de finding de Cherry (1953); as características físicas (exº a voz feminina ou masculina) sobrepõem-se, ou têm primazia relativamente ao significado)
Deutsch e Deutsch (1963)
- estímulos analisados por completo;
- os estímulos mais importantes ou relevantes determinam a resposta.
A selecção ainda é mais tardia. São analisadas por completo, depois de analisar é que entra no filtro, está quase colada a resposta.
A sua investigação foi com um cão, em que o pastor assobiava para ele ir, e ele ficava a olhar para a batata frita do rapaz.
- a teoria também assume a ideia de “engarrafamento” da informação.
- porém, o “engarrafamento” é colocado próximo do final, ou resposta, do sistema do processamento.
Todos são analisados exaustivamente, só a mais importante é que fica.
Comparação das teorias:
| Treisman (1964) | Deutsh e Deutsh (1963 |
| A informação e processamento são atenuados (uns ganham outros perdem força) | Toda a informação é processada por completo |
| Consistente com Cherry (1953); efeito “cocktail party”; as características sobrepõem-se ao significado | Os inputs mais relevantes ou importantes determinam a resposta |
| O mecanismo foi demonstrado em estudos posteriores, mas a teoria como é que a Atenuação ocorre | A Teoria vai contra o principio da economia cognitiva: é “esbanjador” analisar completamente material desnecessário |
No meio é que está a virtude, não se dá importância a uma coisa que no fundo não interessa.
Obrigado Catarina por este artigo tão precioso relativamente ao tema da "Atenção" em psicologia e de tão grande utilidade para quem tem que saber esta matéria.
ResponderEliminarUm ótimo trabalho, os meus parabéns!
Abraço e tudo de bom para ti e para todos aqueles que mais amas.
Maria
Obrigada =) Espero que vos dê jeito, e boas notas nas frequencias =) quando tiver as aulas do 2º ano de psicologia vou publicando =)* obrgado e muitas felicidades b para ti e para os teus =)
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