Psicologia
É uma área popular que todos falam nela.
É o estudo científico do comportamento e processos mentais
Avalia-se os comportamentos patológicos e saudáveis.
Os modelos práticos e experimentais são testados empiricamente (é desenvolvida e verifica-se se tem efeito ou não.
Utiliza-se muitas técnicas e métodos de investigação.
Existe ética e questão de confidencialidade
Critérios da ciência:
Experiência/investigação, objecto de estudo à HOMEM, teorias.
As experiências são empíricas – prática cientifica que vai aferir as teorias com estudos científicos.
É fundamental:
O Comportamento: tanto verbal como não verbal; o que fazem e o que dizem.
Estarmos atentos: à coerência entre dois comportamentos (ex: num acontecimento feliz, interpretar por uma expressão)
Processos mentais: capacidades cognitivas (percepção, memória, pensamentos, motivação), capacidades mentais (interessa também como os processos se organizam, e como o processamento da informação se faz, incluindo a personalidade)
Estados da psicologia: normal (saudável) e/ou patológico.
Psicólogos e psiquiatras não são só para malucos, são também para pessoas normais, como por exemplo os que estão nos centros de saúde.
Psiquiatras: são médicos que podem prescrever medicamentos.
Psicólogos: podem aplicar e avaliar testes psicológicos.
Ambos trabalham de forma paralela.
Objectivos:
Descrever o comportamento implica há quanto tempo o comportamento se manifesta, a duração do comportamento, como se manifesta, acontecimento associado a quando se iniciou.
Explicar - basear em conhecimentos científicos (modelos teóricos)
Predizer / antevisão – se vai manifestar-se mais vezes.
Controlar o comportamento - fazer uma intervenção, aplicar o conhecimento científico que tem para voltar ao bem-estar físico e psicológico. (controlar não tem a ver com manipular!)
Métodos e técnicas:
Utilizamos as entrevistas como técnica de recolha de dados, mas existe situações diferentes como nas crianças que temos de brincar com elas para retirar informação – geralmente encaram as consultas como se fossem brincar.
No inicio um aperto de mão - para não haver intimidades e manter um certo distanciamento. Ter atenção à temperatura, firmeza o que indica cansaço, desmotivação/activismo.
Na temperatura podemos transpirar ou ficar com frio, o que indica ansiedade (devemos fazer algumas perguntas para aliviar).
É impossível manter uma amizade e terapia ao mesmo tempo.
Um psicólogo pressiona-nos como se fossemos amigos, apesar de conquistar o paciente, para que nos conte o que se passa. É uma questão de confiança e empatia. Existe a possibilidade de o psicólogo se deslocar com o paciente em contexto terapêutico.
São bons observadores: comportamento verbal e não verbal.
Utilizamos teste psicológicos- sabemos aplicar e avaliar (personalidade, inteligência, percepção, memória)
Utilizamos questionários para avaliar depressões, ansiedade, existe também testes específicos para adultos e crianças.
Os testes e questionários dão garantia que avaliam o conceito que pretendemos avaliar – qualidade psicométricas.
*Método experimental
*Método correlacional
*Método clínico/ estudo de caso
Investigação que usamos medidas antropométricas (índice de massa corporal, peso, altura, simetria, actividade física, preferência de parceiro)
Medidas psicofisiologicas (batimento cardíaco, pestanejar) – consegue-se perceber as respostas emocionais, se as pessoas se sentem incomodada ou não, pois conseguimos controlar o que dizemos, mas não o que sentimos.
Técnicas projectivas – cartões com borrões de tinta para avaliar a personalidade.
SKILLS – COMPETÊNCIAS
- Ser saudável física e psicologicamente;
- Ter neutralidade (é imparcial e neutro nas situações de cada paciente).
A psicologia não gera a vida das pessoas, ajuda-as a encontrar várias maneiras para a resolução de problemas.
- Competências teóricas – ser competentes na sua área (quando ajuda tem de ter capacidades/técnicas para tal;
- Tem de dominar o conhecimento científico;
- Tem de saber ouvir – ouve-se com todo o corpo.
*- Tem de ter ética profissional / deontológica – respeito pelo outro, pela sua religião/ cor/incapacidades/extravagâncias
- Ter sigilo profissional – (conceito fundamental da confidencialidade.) É obrigado a guardar para si, tudo o que é dito; quando nós seguimos uma pessoa, não comentamos o que se passa com ela com outros. Tudo o que nos for dito fica entre nós. Não trabalha individualmente com pessoas da mesma família, só em grupo.
- Não aceitar subornos
- Não roubar
- Não se envolver emocionalmente
- Manter o seu papel;
- Ser profissional
- Saber entrevistar
- Capacidade de observação;
- Ser pontual,
- Ter bom senso, ser educado, adaptar-se as situações.
Existem duas formas de divulgar informação: congressos e revistas cientificas.

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